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O poder do antioxidante nos alimentos

ANTIOXIDANTES Brasil

O aditivo ajuda a manter a qualidade, o sabor e o shelf life do produto. Desde a idade média, o homem procura formas de preservar os produtos alimentícios. Antes, sem a tecnologia avançada, utilizava-se calor, sal, vinagre e outros produtos naturais, para conservar o bom estado da comida. Mas, a partir do século XX, com a chegada da tecnologia e dos estudos laboratoriais, os aditivos alimentares, criados a partir de substâncias químicas, sintéticas e naturais começaram a fazer parte da rotina da indústria alimentar.

Para entender um pouco melhor, vamos explicar o que são aditivos alimentares. São substâncias adicionadas aos alimentos na fase de processamento para aumentar o seu período de vida de prateleira ou melhorar o seu paladar e apresentação. Existem muitos tipos de aditivos alimentares, como: corantes, conservantes adoçantes, antioxidantes, emulsionantes e realçadores de sabor.
Com a adição dos aditivos nos alimentos, o consumidor passou a ter à sua disposição produtos que duravam mais nas prateleiras dos mercados e que permaneciam próprio para o consumo, com todas as substâncias e vitaminas necessárias.
“Os aditivos são utilizados para melhorar o sabor, a aparência e prolongar o shelf life, sem interferir em nenhum aspecto dos alimentos. Sem o uso de antioxidantes, por exemplo, muitos alimentos poderiam ter um sabor desagradável ao consumidor, além de poder chegar com um valor de nutrição abaixo do desejado”, explica Patrícia Covre, executiva de vendas técnicas de Food, da CFS do Brasil.

A função dos antioxidantes
O antioxidante é um aditivo alimentar responsável por retardar a oxidação dos alimentos e é utilizado na fabricação de óleos e gorduras e, consequentemente, em todos os alimentos que os contém, como sorvetes, margarina, farinhas, conservas de carne, entre outros.
Qualquer produto que contenha o mínimo de gordura em sua constituição está apto a sofrer o processo de oxidação, um processo irreversível e que pode causar mudanças estruturais, sensoriais e nutricionais nos alimentos. Além da constituição lipídica (condições intrínsecas), as circunstâncias as quais o alimento está exposto, como luz, calor, presença de oxigênio e metais aceleram o processo oxidativo. “Após iniciado esse procedimento, a formação de radicais livres que vão degradando a gordura e, consequentemente o alimento, é muito rápida e inevitável. Mas com a presença de antioxidantes, seja sintético ou natural, prorroga-se o aparecimento dos indesejados resultados oxidativos”, complementa Patrícia.

Na grande maioria dos casos, os antioxidantes doam elétrons aos radicais formados, estabilizando-os e impedindo o seu efeito de forma imediata. “Assim podemos dizer, de uma forma bem simples, que os antioxidantes se sacrificam em prol de preservar as características benéficas do óleo e gordura, prolongando assim os efeitos tecnológicos que uma gordura pode apresentar em um alimento, como disseminação de sabor, estrutural e veículo para algumas vitaminas”, afirma.
Uma gordura de boa qualidade e em condições ideais é mais do que necessária ao organismo humano. “Além de uma fonte energética extremamente concentrada, é essencial para que o organismo mantenha suas funções vitais e de maneira saudável. A gordura no homem está presente no revestimento e proteção das células (camada de fosfolipídio) e no correto funcionamento de órgãos como cérebro, pulmão e fígado”, ressalta.

Uma dieta balanceada em gordura permite uma digestão mais lenta, o que garante uma sensação de saciedade e um intervalo maior entre as refeições e uma ingestão de vitaminas lipossolúveis importantes (A, D, E K), além de ingredientes que estão naturalmente presentes em óleos vegetais, como fitoesteróis, fosfatidilcolina (tratamento de doenças hepáticas), fosfatidilserina (prevenção do envelhecimento cerebral). Além de ser um macronutriente extremamente importante para a percepção de sabor dos alimentos.
O uso do antioxidante tradicional deve sempre respeitar os limites de acordo com as regras da ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. “Para a determinação dos limites permitidos pela legislação, foram realizados estudos de avaliação toxicológica, que leva em conta diversos fatores, como por exemplo, os efeitos acumulativos, sinérgicos e de proteção que podem acontecer decorrente ao uso dos antioxidantes sintéticos e naturais”, ressalta Patrícia.

De acordo com a ANVISA, a legislação brasileira sobre aditivos alimentares é positiva. Estabelece que um aditivo pode ser utilizado pela indústria alimentícia quando estiver definido em legislação específica para a categoria de alimentos correspondente, com as respectivas funções e limites. A legislação pode ser consultada no portal da própria ANVISA – www.anvisa.gov.br.

A CFS é um fornecedor de antioxidantes tradicionais e naturais, ingredientes de aroma de alta qualidades e produtos químicos de alto desempenho. Atendemos diversos segmentos: alimentos, alimentos para animais de companhia, fragrâncias, nutrição animal, aquacultura, indústria de graxaria, biocombustíveis, além de produtos farmacêuticos, tintas, petroquímicas, agroquímicos, têxteis e curtume.
No Brasil, a CFS com apenas quatro anos já é considerada uma das mais importantes filiais aos olhos dos fundadores indianos. A expectativa de faturamento no ano fiscal corrente é de R$ 46 milhões. Na América do Sul, a CFS está presente com centros de distribuição e/ou fábricas em: Brasil, Buenos Aires (Argentina), Montevidéu (Uruguai), Santiago (Chile) e Cochabamba (Bolívia).

A CFS tem investido fortemente no mercado de antioxidantes naturais e tradicionais para alimentos. “Nosso objetivo em relação ao ano fiscal anterior é de um crescimento em torno de 32% na América do Sul em antioxidantes tradicionais e naturais, além de outros aditivos no setor de Food. Temos investido em inovação e aumento de capacidade produtiva em solo brasileiro, para que possamos ampliar nossa atuação no mercado”, comenta Luciano Monteiro, diretor geral da CFS para América do Sul.
“O ano de 2017 foi muito desafiante, mas a perspectiva é crescer em torno de 25% a 35% ao ano entre 2018 e 2021.

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